Arbitragem e novas regras no Pólo Aquático

Diretor-Técnico regional de polo aquático
AUTORJoão Pedro Santos
O polo aquático prepara-se para uma nova era. As regras vão outra vez ser alteradas e, diz-se, o jogo vai-se transformar completamente, sobretudo, ficar mais rápido.

Todas as mudanças implicam uma necessária compreensão e adaptação. Como treinador, acho que pode ser benéfico o jogo ser mais rápido, se se confirmar, e, por isso mesmo, eventualmente originar mais golos. Se de facto for assim, o público vai gostar mais e as piscinas e os jogos poderão ter mais adeptos.

Como diretor técnico da Associação do Norte e também como treinador envolvido nos campeonatos, desejo que os árbitros e a arbitragem no geral também sejam sensíveis ao novo momento e apoiem pedagogicamente os jogadores em campo. São sempre situações um pouco difíceis, mas havendo boa vontade de todos os envolvidos (logicamente também os técnicos) o polo sairá beneficiado.

Se fosse possível seria bom que o momento sirva para os árbitros se reunirem mais, acertarem critérios e também que este momento sirva para que haja um maior acompanhamento às equipas de arbitragem em todos os aspetos. Logicamente que com mais humildade e espírito colaborativo de todos os agentes da modalidade, os títulos que se vão disputar e o andamento das várias competições ficam mais fortes e do agrado de todos.

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